Ações de reconhecimento em ambientes de baixa visibilidade – A obtenção de dados para a execução de ataques noturnos pelo uso de equipamentos de visão noturna de última geração.

Marcelo Franco Patané Júnior, Valdiney Geraldo de Oliveira, William Fernando Oliveira Peña Gutierrez, Ivan Camargo Pinheiro, José Renato Lima de Carvalho, Josué Terra Siebra de Sousa

Resumo


Os avanços da tecnologia evidenciados no último século proporcionou às Forças Armadas um significativo aumento no poder de combate, levando as técnicas de combate a serem reformuladas, tendo em vista o surgimento de equipamentos de alta tecnologia que ampliam consideravelmente a percepção do ambiente operacional. Com o advento dos novos equipamentos que levam o combate a uma nova dimensão, o Exército Brasileiro busca conciliar a tecnologia às novas doutrinas, tomando como parâmetro as experiências colhidas no exterior. Este trabalho objetiva propor novas mudanças de paradigma na análise da atuação das tropas no cenário atual, focando na preponderância das informações obtidas em ações de reconhecimento, potencializadas pelo uso de tecnologia embarcada que proporcione a superação das limitações geradas pelo período de visibilidade reduzida em proveito das operações de ataque noturno. Serão avaliadas as implicações da doutrina vigente presentes nos manuais EB20-MF-10.101, EB20-MF-10.102, EB20-MF-10.103, C 7-20, C 7-10, sua relação com as ações noturnas e os equipamentos vocacionados a este mister, analisando as evoluções históricas nos principais conflitos mundiais observadas na obra Night Combat de Alfred Toppe e a inclinação doutrinária corrente dos EUA através de seus manuais FM 3-90-1, FM 7-8, FM 7-10 e da obra Night Combat Infantry Units de Brendan McBreen. Em consequência, pretende-se expor um rol exemplificativo de equipamentos voltados à solução dos problemas levantados na execução de tais manobras militares, expondo suas principais características e aplicações. 


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Referências


REFERÊNCIAS

BRASIL. Manual de Campanha Batalhão De Infantaria-C 7-20. Brasília 2003.

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